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Governo |
20-02-2026 18:05:34
| Fonte: CIPRA
ZAIRE
Novo posto fronteiriço do Luvo impulsiona comércio formal entre Angola e a RDC
<p>O novo Posto Fronteiriço do Luvo, província do Zaire, constitui um acelerador do comércio formal, uma oportunidade para o sector privado, bem como um instrumento de atracção de investimento logístico e um reforço da imagem de Angola como espaço aberto e competitivo na região.</p><p>A afirmação foi feita pela ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, durante a cerimónia de inauguração da infra-estrutura, realizada nesta quinta-feira, 19 de Fevereiro, na província do Zaire.</p><p>Localizado a escassos metros da linha fronteiriça com a República Democrática do Congo (RDC), o complexo foi inaugurado pelo ministro de Estado para Coordenação Económica, José de Lima Massano, numa cerimónia que contou igualmente com a presença do governador da província do Zaire, Adriano Mendes de Carvalho.</p><p>No seu discurso, Vera Daves de Sousa afirmou que a nova infra-estrutura, apetrechada com equipamentos tecnológicos modernos, enquadra-se no compromisso do Governo com a modernização progressiva do sistema fronteiriço terrestre, com vista ao reforço da eficiência, do controlo aduaneiro e da dinamização das trocas comerciais formais entre Angola e a RDC.</p><p>“Mais do que uma obra concluída, este posto é sobretudo um ponto de partida. Certamente outros virão”, declarou a ministra.</p><p>Por sua vez, o governador Adriano Mendes de Carvalho, manifestou-se satisfação com a inauguração e anunciou que, após a recuperação do mercado anteriormente existente na zona, será construída uma nova infra-estrutura em sentido oposto, para garantir melhores condições aos comerciantes que ali exerciam actividade, beneficiando as populações de ambos os lados da fronteira entre Angola e a República Democrática do Congo (RDC).</p><p>O responsável da província, para evidenciar a profunda transformação registada no Luvo, afirmou que a nova imagem é uma realidade, que nada tem a ver com a anterior. Ou seja, “não é uma ficção”, disse Adriano Mendes de Carvalho.</p>