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Governo |
30-01-2026 22:47:19
| Fonte: CIPRA
UNIÃO AFRICANA
João Lourenço pede empenho dos Estados-membros para a construção de uma África estável e pacífica
<p>Os Estados-membros da União Africana foram exortados a estarem mais empenhados na construção de uma África estável, pacífica e onde a paz e a reconciliação constituam prioridades a serem tidas permanentemente em conta, conforme preconiza a Agenda 2063.</p><p>O apelo foi feito pelo Chefe de Estado angolano e Presidente em Exercício da União Africana, João Lourenço, na sua Mensagem, em vídeo, proferida na abertura da 1329.ª Reunião do Conselho de Paz e Segurança da União Africana, dedicada à 4.ª edição da comemoração do Dia da Paz e Reconciliação em África, assinalado a 31 de Janeiro.</p><p>Na ocasião, o estadista angolano sublinhou que esta data constitui, mais do que uma celebração simbólica, um apelo à reflexão profunda sobre os desafios persistentes de paz e segurança no continente.</p><p>João Lourenço recordou iminentes precursores da liberdade e da independência da África que souberam fazer a síntese do sentir do homem africano, como Nelson Mandela e Kwame Nkrumah.</p><p>Para o Chefe de Estado angolano, essas figuras deixaram a lição, segundo a qual a paz e a reconciliação são, ao mesmo tempo, um dever moral e uma necessidade estratégica que não se conseguirá realizar enquanto o continente se confrontar com desafios que vão dos golpes de Estado, passando pelo terrorismo e o extremismo violento, até aos conflitos armados e às tensões comunitárias.</p><p>“Perante estas provações, destaco nesta data a urgência de não abdicarmos nunca dos nossos propósitos de continuarmos firmes e mobilizados para transformar as vulnerabilidades em força, as divisões em unidade e as ameaças em oportunidades”, ressaltou João Lourenço.</p><p>O Estadista angolano reconheceu que a organização continental dispõe de instrumentos adequados para responder às crises, mas sublinhou que o sucesso dessas ferramentas depende do empenho conjunto, da vontade política e da acção coordenada dos países africanos.</p><p>“Temos todos que convergir os nossos esforços e as nossas atenções para um mesmo ponto, em que, unidos e coesos, trabalhemos no sentido de garantir a operacionalidade e a eficácia dos referidos mecanismos, sempre que se tornar necessário fazê-los funcionar”, sustentou.</p><p>João Lourenço entende que a estabilidade, a paz e a segurança são factores que, conjugadamente, concorrem para o relançamento das economias africanas e do desenvolvimento do continente.</p>